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O que Barack Obama e Lula tem em comum

Conheça 3 semelhanças entre o presidente eleito dos EUA e Luiz Inácio Lula da Silva
Homens de mudança

Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama: Homens de mudança

Por Fabrício Gimenes

O mundo respira aliviado. É isso que podemos dizer. A certeza de que o pequeno Bush agora está longe da Casa Branca injeta certa tranquilidade nos 4 cantos do planeta – apesar de tudo. Seu sucessor e Barack Obama, o homem que conquistou o mundo. Repare, não há exagero algum ao dizer isso. A eleição de Obama não foi apenas norte-americana, foi mundial.

A idéia de estabelecer uma comparação entre Barack e Lula surgiu após assistir a um breve documentário sobre a campanha do presidente recém-eleito. A identificação entre suas campanhas é notável. Para quem dúvida, eis o que Barack Obama e Lula tem em comum:

1) Obama e Lula são presidentes populares. Não somente populares na maioria dos votos, mas populares o suficiente para propor uma mudança na população de um país. Suas eleições são o resultado desse sentimento. Mais que isso, suas eleições foram a virada de mesa na hora “H”, o gol aos 44″ do segundo tempo. Barack Obama e Lula são a personificação da esperança, ainda que em épocas e proporções diferentes.

2) Outro ponto interessante é o fato de, historicamente, Obama e Lula pertecerem a grupos sociais “menores”. Obama mestiço, carrega sobre si o estigma da raça negra. Apesar de ser um homem letrado, Obama – em suas atuações em Chicago – sempre defendeu a quebra de alguns paradigmas. A causa do movimento negro e a atuação de um homem negro no Senado nacional, por exemplo. Lula, imigrante nordestino radicado em São Paulo, natural de família humilde. Não foi um homem de estudos, mas sempre esteve ligado à luta dos operários e almejou a construção de um país menos desigual – em nosso país, pura quebra de paradigmas.

3) Tanto Barack Obama, quanto Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiram a mudança na história de um país. Lula foi o primeiro presidente, em 500 anos de existência de Brasil, que não integrava a casta da sociedade. Foi o primeiro presidente com suas origens no povo. Esse fato, propiciou ao seu governo o desejo de renovação tanto almejado por alguns. Barack é o primeiro presidente negro norte-americano (precisa dizer mais?) em uma nação de brancos. Essas duas “rupturas”, ainda que diferentes, representam uma profunda reforma no modo de pensar das pessoas. Essa mudança diz: “Ei, queremos fazer diferente. Estamos abertos a isso”.

Sei que comentários indignados podem surgir. Não estou querendo dizer que Barack Obama e Lula são iguais. Digo, apenas, que possuem semelhanças. É de se esperar que devido ao contexto e ao próprio fato de que, antes de presidentes, são pessoas diferentes, Lula e Barack apresentem divergências. Mas, apesar disso, sinto-me tão otimista em relação ao novo presidente norte-americano, quando me sentia em relação a Lula. Sim, nós somos capazes.

Imagem da semana

 

Reuters

Lincoln Memorial- 200 mil prestigiam posse de Barack Obama. Foto: Reuters

 Uma Imagem vale mais que mil palavras. 

Titãs – A vida até parece uma festa

DOCUMENTÁRIO RELEMBRA O TEMPO EM QUE ARNALDO ANTUNES ERA CABELUDO, BRANCO MELLO ERA MAGRICELA E PAULO MIKLOS AINDA TINHA JEITO DE BOM MOÇO.
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Por Fabricio Gimenes 

Divulgação

Foto: Divulgação

Chegou aos cinemas de todo o país, ou pelo menos a alguns cinemas, o documentário “Titãs – A vida até parece uma festa”. O longa metragem dirigido por Branco Mello e Oscar Rodriguez Alves repassa os mais de 20 anos de trajetória da banda que marcou uma geração.  Os registros começam logo no início dos anos 80 quando Branco compra uma câmera VHS e passa, desde então, a documentar o dia-a-dia da banda.

A montagem do projeto começou em 2002.  A produção partiu de mais de 200 horas de gravações arquivadas em acervo pessoal e também contou com uma extensa busca de material nas emissoras de tevê. O site do filme dá uma prévia do que se pode esperar:

“ A soma desse conteúdo revela personagens incríveis e momentos inesquecíveis: o início underground em São Paulo, o primeiro sucesso Sonífera Ilha, as prisões por envolvimento com drogas, o antológico show Cabeça Dinossauro, os bastidores das gravações do álbum Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas, o sucesso nos grandes festivais, as saídas de Arnaldo Antunes e Nando Reis, a morte trágica de Marcelo Fromer, as viagens pelo Brasil e o mundo.”

Para quem sempre acompanhou a cena musical do rock brasileiro o documentário é um marco. A história dos Titãs confude-se com a história de uma geração inteira. Afinal, contar a trajetória de uma banda que registrou, através de sua música, a história recente de nosso país não é pouca coisa. 

É de se esperar,  como em todas auto-biografias, que os fatos ruins sejam preteridos. O lado não-comercial que toda banda tem. O filme não consta nas listas de exibições de Vitória, ainda. Mas, para os fãs da banda que, assim como eu,  esperam ansiosamente pela produção, fica um aperitivo do que está por vir.

Nota de esclarecimento

Aos recentes leitores do São Botequim deixo aqui alguns esclarecimentos:

1) Comunico que por uns 2 ou 3 dias (minha previsão) o blogue pode ficar “desatualizado”. Tal heresia se deve ao fato de que seu editor, este que vos escreve, ter virado estatística de verão – fazendo parte do amplo batalhão de brasileiros que contraiu dengue nesse mês. Estou realmente “caído” e estar aqui sentado escrevendo isso já tem sido um grande esforço. Peço a compreensão de todos e, em breve, traremos novos posts.

2) Algumas pessoas enviaram e-mails perguntado sobre o “Desafio do Chopp”, divulgado aqui neste blogue.  O desafio não ocorreu no dia previsto e está sem data confirmada por enquanto por motivos técnicos. Estamos a procura de um local mais apropriado e menos burocrático do que o Shopping Vitória. Assim que houver definição postarei aqui.

No mais, não há mais nada a ser dito.  Um forte abraço à todos.

Melhoras (para mim).

F.Gimenes

“Amigo, como eu te ajudo a me ajudar?”

Nesta primeira quinzena de janeiro, Igor Chagas, co-autor do São Botequim,teve a dificíl missão de peregrinar pelas mais belas praias nordestinas. Contudo, apesar de bons relatos que em breve você poderá conferir aqui, trazemos até você, o relato de um fato marcante e não tão belo assim ocorrido no último final de semana.

A corrupção no litoral nordestino

Por Igor Chagas

Em minha peregrinação pelo litoral nordestino como enviado especial do São botequim, presenciei fatos marcantes. Vi sertanejos humildes voltando para suas casas, bebi e comi o que o nordeste tem de melhor ,  presenciei o turismo sexual que acontece por aqui e contemplei as mais belas praias da região. Contudo nada me chamou mais a atenção do que a corrupção existente no sistema policial rodoviário nordestino.

Nada contra o Nordeste ou qualquer de seus estados, pelo contrário, sou Alagoano, nordestino com muito orgulho. Porém, existem fatos que não podemos ignorar.

Em viagem para a capital Paraibana, João pessoa, fui parado por uma já conhecida blitz rodoviária: Manzuá. Essa famigerada operação foi apelidada pelos motoristas da região de “Mãos ao alto”. Os homens da lei que nela trabalham são conhecidos por “pedir” qualquer coisa, de cigarros a roupas, em troca da liberação de multas e ocorrências. Por  serem  a lei, os policiais, conseguem sempre uma intimidação com os motoristas que ali trafegam. Nesta ocasião, nada aconteceu além de eu tomar conhecimento do “sistema”.

Em outra viagem, agora para o balneário pernambucano,  Porto de galinhas, seguimos pela BR que liga a capital à praia, onde há um conhecido posto policial. Tao conhecido pelo fato de ser uma parada quase que obrigatória para todo o tipo de fiscalização. Partindo dessa premissa nosso humilde veículo foi parado e,  infelizmente, nosso carro estava com documentos irregulares. Um amigo, proprietário do carro, foi convidado  entrar no posto policial, junto com o policial que fazia a autuação para uma conversa, digamos,  “amistosa”. Ao descobrir que o Oficial iria multar e apreender seu carro, meu amigo, resolveu usar uma frase conhecida do filme Tropa De Elite:

 – Amigo, como eu te ajudo a me ajudar? – O oficial respondeu quase instantaneamente: 20 conto e eu te libero.

Decorridas 15 horas após o incidente  fomos parados em outra blitz. Dessa vez foi mais “simples”. Com os mesmos problemas na documentação e com a ameaça de apreender o carro, o guarda disse sem pestanejar que 50 reais resolviam nossos problemas. O proprietário do carro novamente pagou o valor e seguiu viagem.

É preciso esclarecer que não apoiamos este tipo de atividade e que quem paga é quase tão culpado quanto quem recebe. Contudo, ao traçarmos a rota para Porto de Galinhas a corrupção da PRF já era uma pauta do São Botequim.

Os fatos acima evidenciam uma triste verdade: Não sabemos mais quem deve nos proteger e quem deve nos ameaçar.  Sem querer apagar o nosso crime de financiar essa máfia, percebo que a sociedade vive o bem próprio, passando por cima de qualquer ética moral e legal. Qualquer 50 reais resolve seu problema. Então poderia chegar a hipócrita solução de que quem tem dinheiro não tem problema. 

Vimos, recentemente, que esse é um problema que atinge o país inteiro, de cabo à rabo, diria minha avó. Desde a máfia do Judiciário no Espírito Santo até a Máfia da PRF – dos mais ricos aos mais pobres. O pulso ainda pulsa?

A verdade sobre toda segunda-feira

Por Fabrício Gimenes

Toda segunda-feira tem sua culpa. Que me desculpem os “Caxias” de plantão, mas não levo muita fé na segunda-feira. Após algum tempo de vida a gente começa a perceber como a nossa mente funciona de verdade.

Segunda-feira é dia de remontar o juízo perdido no final de semana. Segunda é dia de se atolar no trabalho só pra não se sentir mal por ter perdido a linha no sábado anterior. Toda segunda-feira traz aquela pontinha de saudade – do final de semana – e de desânimo – pois para o próximo sábado ainda faltam alguns dias.

Há o colega do trabalho que te pára no café só pra contar o final de semana, eis um dos males da segunda-feira. Felizmente a segunda-feira não é mais o dia Timão (fico triste só de lembrar…). Na segunda-feira voltamos a ser nós mesmos. Ajuizados, com conta no banco e filhos para criar. Na segunda a cidade está de volta, e o que é pior, o trânsito está de volta! A reforma volta também, as duplicatas e os problemas que foram esquecidos na semana que passou.

Como já escreveu Mário Prata, no sábado a gente pode tudo. O final de semana, que, para o homem de verdade, começa às 18h de sexta-feira; nada mais é do que a ressurreição após a via-crúcis semanal. A segunda-feira derruba tudo isso. A segunda-feira é como uma ex-namorada. Ela chega com todos aqueles fatos (e fotos!) que você quis esquecer, as segundas-feiras vêm, para mim, bem piores que os domingos – que pelo menos têm futebol.

Segunda-feira é dia de começar dieta, dia de fazer relatório; segunda-feira é dia de voltar para a histeria acinzentada da capital e quase enfartar de stress. Nenhum outro dia é tão ingrato quanto a segunda-feira. Veja só, ainda chamam de “dia útil” (para quem?).

A terça-feira, por exemplo, tem rodada dupla de chope após o trabalho, a quarta-feira tem futebol, a quinta tem pelada e a sexta-feira, bom, é sexta feira!

Veja, esta crônica não visa acabar com o pouco ânimo que lhe resta nesta segunda, mas sim, alertá-lo sobre os ataques silenciosos da segundona para que você se previna, e se mude para o Hawaii! Como de costume, já estamos em horário comercial e hoje é segunda-feira (semblante triste), então a boneca filosófica vai parar por aqui. Tenham todos uma boa semana, a partir de amanhã, claro!

Jornalismo Imparcial: Correspodente de O Globo integrou exército de Israel

Por Fabricio Gimenes

soldierTudo começou ainda esta semana. Na última quarta-feira (8), o blogue Cloaca News (recomendo a visita) publicou um importante furo. O texto trazia a história de Renata Malkes, correspondente especial do jornal O Globo e do canal Globonews para os conflitos na faixa de Gaza e responsável pelo blogue O outro lado da terra santa – o oriente médio como você nunca viu (hospedado nas páginas do jornal). A equipe do Cloaca localizou na web um antigo enredeço  mantido pela jornalista no qual ela, talvez, revele suas verdadeiras crenças. O blogue havia sido deletado e foi recuperado através de uma ferramenta chamada WayBack Machine.

O blogue, intitulado Balangan (bagunça, em bom português), trás inúmeras posições preconceituosas, ofensivas e radicais acerca do povo Árabe, com desdobramentos até mesmo para o Brasil e Venezuela.

Em rápidas palavras o post fez emergir uma calorosa discussão sobre o  jornalismo imparcial (mito?) e a qualidade do conteúdo trazido pelos grandes veículos. Ora, como pode uma jornalista que detém um histórico tão polêmico fazer uma cobertura imparcial sobre um dos conflitos mais importantes do momento?

Por volta das 20h de hoje, sexta-feira, Renata Malkes malkespublicou em seu blog uma nota de esclarecimento sobre as denúncias a seu respeito. Contudo, a história está longe de ficar clara. Pelo contrário, parece ficar cada vez mais obscura. Há cerca de 1 hora o Cloaca News publicou uma segunda parte da história, onde Renata Malkes teria sido presa no Líbano por espionagem. O Post dá sequência à polêmica e aumenta a pressão sobre O Globo por esclarecimentos.

Opinião

Diante de todos os acontecimentos um questionamento faz-se necessário: Renata Malkes teria ou não capacidade de separar sua profissão de suas crenças e realizar um trabalho imparcial?

Sinceramente, frente ao que foi apresentado até agora, acho difícil. Em sua “defesa”, Renata Malkes apresentou somente um texto de esclarecimento. Com todo o respeito, o que ela diz, é somente o que ela diz – nada muda.

Apesar da história estar rolando nas vielas jornalísticas da blogosfera o impasse diz respeito a qualquer cidadão. Daí o porque do assunto vir para aqui no São Botequim.

Confira alguns “destaques” do antigo blog de Renata Malkes:

- Renata Malkes ridiculariza Palestinos e faz piada com virilidade dos Brasileiros

- Renata Malkes diz que Árabes são burros

- Renata Malkes destina ofensas ao MST pelo apoio aos Palestinos 

- Renata Malkes diz que Venezuela  é amiga dos “Brimos”

- Renata Malkes exultante por ter sido aceita no EXÉRCITO DE ISRAEL

Algumas Trechos retirados do blog Balagan

Meus caros, eu já disse isso aqui, mas repito: TUPINIQUIM TEM QUE CUIDAR É DE DENGUE!!!!!!!!  (Renata Malkes tem dupla cidadania: Brasileira e Israelita)

Gee, I am simply astonished! Balagan was mentioned in Yediot Aharonot as a warblog! They wrote an article about the lack of proper israeli official propaganda and the efforts lonely surfers make to defend Israel on the internet… I am really GLAD because my blog has exactly this purpose: show exactly what goes on in Israel! (warblog’s são blogues de propagandas sionistas – não o que se passa “exatamente em Israel”)

Desafio do Chopp

A equipe do São Botequim, em parceria com o Doiderapura.com orgulhosamente apresenta o I Desafio do Chopp:

teaser

A história é bem simples. São 72 tulipas de chopp, num prazo máximo de 12 horas, bebidas por um homem: Victor Tristão. O pé de cana de plantão quer deixar seu nome no hall da fama da bebedeira deixando para trás qualquer tentativa de bater esse recorde. O local escolhido foi a chopperia Chop Time, no Shopping Vitória. O evento acontecerá no próximo dia 13,  a partir das 10 horas.

Bolão do Chopp

A história é bem simples. Cada pessoa pode apostar qual será o número máximo de chopps consumido por Victor. O profeta de plantão que acertar a dose fatídica leva a grana toda para casa e ainda sai bem na foto aqui no São Botequim. As apostas devem ser homologadas no local na hora do evento e cada lance terá o valor simbólico de R$5,00. 

Quem estiver preso no trabalho poderá acompanhar a saga em tempo real, transmitida via Twitter ou aqui no São botequim e Doiderapura.com. Particularmente acho meio difícil a meta de 72 chopps em uma única empreitada. E você, acha possível?

Changes. Yes, we can

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Por Fabricio Gimenes

O ano de 2009 mal esfriou nos calendários de todo o mundo e já trouxe esperança para muita gente. Em tempos de terror em Gaza, catástrofes ecológicas e econômicas, eis que um novo líder se levanta no ocidente. Pode parecer otimismo em excesso, mas é bom sentir mais pessoas não se acostumaram aos anos de governo da era Bush.

O fato é que a esta pretensiosa tarefa que é escrever, ficam apenas as expectativas. Nos cabe, apenas, vaticinar sobre o que virá e rezar para que um mundo melhor amanheça (mesmo que tudo indique o contrário).  A ascensão de Barack Obama trás à população algo que há muito tempo não sentíamos: esperança.  Há algum tempo disse que a eleição de Obama é para o mundo o que a de Lula significou para o Brasil: a mudança.

A virada do calendário, nesse sentido, colabora. Contudo o ser humano só é capaz de mudar de verdade frente a grandes rupturas. E é exatamente aí que Obama é importante. A mudança, mais do que nunca, faz-se necessária. Por tempos acompanhamos a história como expectadores. Estudando suas causas e consequências sem saber ao certo porque. Porém, neste momento, é vital sabermos que estamos fazendo parte dela. 

A enxurrada de posts repletos de exclamações e opiniões diversas sobre Mr.Obama torna este texto quase um clichê. Mas é impossível se manter fora dessa discussão. A esperança que impulsiona esse texto emerge frente ao horror dos dias atuais e do ano que passou. É preciso acreditar. 

Changes. Yes, we can.

Música de boteco: Novos Baianos

Por Igor Chagas

Começamos agora a série Música de buteco. Essa seção trará as melhores (ou piores) bandas para se apreciar enquanto se toma o Sagrado Suco de Cevadis.

Na primeira edição da Música de buteco teremos os ( hoje idosos) Novos baianos. Essa banda, essencialmente formada por meia dúzia de baianos e uma carioca, completa , agora em 2009, quatro décadas de vida. Nada mau para esses meninos baianos.

O grande trunfo do grupo é a orgia de ritmos e a relação íntima com o Brasil. Músicas que vão do frevo ao rock, de Caymmi a Hendrix e continuam agradando diferentes gerações, sendo constantemente lembrados em livros e filmes. Grande parte da geração de 70 esteve ligado nos meninos da Bahia. Junto com o tropicalismo eles ditaram a moda e o ritmo da época.

Por que ouvir Novos baianos na mesa do bar?

É bem Simples. O som é tipicamente brasileiro e as letras são tão fáceis e repetitivas que você nem terá vergonha de cantar errado na frente da galera. Para finalizar, a pedida da vez é o famoso acarajé da bahia. Chopp gelado, mulher bonita, boa música e pimenta. Ta esperando o que meu rei? Vá lá conferir o que a baiana tem.

Quer mais? Basta clicar aqui!

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